O amor impõe

alternativas exclusivas

não consente nem diferentes

nem contrários.

Deus e a criatura

são afectivamente incompatíveis,

não têm proporção entre si.

A eleição entre meios e fim

não admite dúvidas;

o sentido da vida

depende da opção decisiva

Deus-tudo, criatura-nada.

Eulogio Pacho, As mais belas páginas de S. João da Cruz, Edições Carmelo, Avessadas p.13.